terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Polícia faz ação para prender assassinos de PM no RJ (Vídeo)
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Polícia Civil realiza operação no Morro do Borel no Rio
Cerca de 50 policiais da Delegacia de Combate às Drogas (Decod) e agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) realizam, na manhã desta quinta-feira, uma operação no Morro do Borel, na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro.
Estão sendo usados dois helicópteros da Polícia Civil na ação, que objetiva prender crimonosos e apreender armas e drogas.
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JB Online
terça-feira, 3 de novembro de 2009
No Rio de Janeiro, José Serra pode se tornar um "sem palanque"
O senador Sérgio Guerra (PE), presidente do PSDB, desembarca nesta quarta (4) no Rio de Janeiro.
Vai cuidar de um infortúnio que assedia a candidatura presidencial de José Serra no segundo maior colégio eleitoral do país: a falta de palanque.
A oposição planejara fazer de Fernando Gabeira (PV) o seu candidato ao governo do Rio. Iria às urnas com o apoio do PSDB, do DEM e do PPS.
Em diálogo que manteve com o tucano Marcio Fortes, homem de Serra no Rio, Gabeira avisou que vai concorrer ao Senado, não ao governo.
A conversa ocorreu há mais de um mês. Gabeira disse a Fortes que avisava com antecedência para que Serra pudesse “encontrar uma saída”.
Ao desembarque de Gabeira seguiu-se um congelamento das articulações, só agora retomadas, com atraso, por Sérgio Guerra.
O tucanato fluminense vive um pesadelo semelhante ao drama que atormenta o petismo paulista.
Em São Paulo, o petista mais bem-posto, Antonio Palocci, amealha escassos 5% nas pesquisas.
Para prover um palanque para sua candidata, Dilma Rousseff, Lula sonha empurrar Ciro Gomes (PSB) da arena nacional para a estadual.
O caso do PSDB no Rio é mais grave. Não há, por ora, uma alternativa a Gabeira. A oposição jogara todas as suas fichas no deputado verde.
A coisa parecia caminhar bem. Em 1º de setembro, numa reunião reservada ocorrida na casa do ex-prefeito Cesar Maia (DEM), Gabeira soara decidido.
Concorreria ao governo. Escolhera até o vice: o deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB). Agendara-se a data do lançamento: 15 de setembro.
Sobreveio a transferência de Marina Silva do PT para o PV. Gabeira ensaiara a montagem de um palanque duplo. Recepcionaria Serra e Marina.
Súbito, o prefeito tucano de Caxias, José Camilo Zito dos Santos, pôs-se a fustigar Gabeira. Apresentou-se como alternativa do PSDB ao governo do Estado.
Ao farejar o cheiro de queimado, Gabeira levou o pé atrás. E Serra, hoje com mais cara de candidato do que Aécio Neves, tornou-se, no Rio, um sem-palanque.
Tudo isso num Estado em que Lula administra o excesso de palanques. Dilma Rousseff precisa de um. Dispõe de três.
Além do tablado reeleitoral de Sérgio Cabral (PMDB), o preferido de Lula, oferecem palco para Dilma: Lindberg Farias (PT) e Anthony Garotinho (PR).
Na seara oposicionista, há a ex-deputada Denise Frossard (PPS). Na disputa de 2006, não fizera feio. Perdera para Cabral no segundo turno.
Agora, porém, a ex-juíza Denise se diz desencantada com a política. Nem ao Congresso deseja concorrer.
Haveria a opção Cesar Maia (DEM). Mas o ex-prefeito direcionou seus esforços para o Senado. E alega que já não haveria tempo para a troca de planos.
Ouça-se o que disse ao repórter um mandachuva do DEM-RJ: “Meses atrás, a candidatura do Cesar Maia ao governo seria um sacrifício. Hoje, é suicídio”.
É essa atmosfera envenenada que Sérgio Guerra vai respirar desde o desembarque. Ou encontra um candidato ou se arrisca a fazer do Rio uma Waterloo tucana.
Escrito por Josias de Souza às 05h03
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Lula usa eleição interna no PT para enquadrar Estados
FÁBIO ZANINI
da Folha de S.Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende utilizar a eleição interna do PT no final de novembro para enquadrar Estados que resistem a abrir espaço para aliados.
Nesta semana, Lula interveio no caso mais espinhoso, o do Rio de Janeiro. Liberou seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, para dar apoio explícito ao deputado federal Luiz Sérgio, que concorre à presidência do diretório estadual com o discurso de apoio à reeleição do governador Sérgio Cabral (PMDB).
"Temos o desafio de consolidar as mudanças promovidas pelo governo Lula e construir um amplo arco de alianças para garantir a continuidade de nosso projeto de transformação do Brasil", diz a mensagem de apoio a Luiz Sérgio enviada por Carvalho.
Lula orientou seus aliados a fazerem o possível para dar vitória por ampla margem a Luiz Sérgio, de preferência no primeiro turno da votação petista. Segundo a Folha apurou, sindicatos ligados à CUT ajudam na mobilização pró-Sérgio.
O apoio do chefe de gabinete de Lula ganha em relevância pelo fato de o principal adversário de Sérgio, Bismarck Alcântara, ser assessor dele no Planalto, em Brasília.
Alcântara defende a candidatura a governador do prefeito petista de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, mas a vitória de Sérgio praticamente selaria a aliança com o PMDB.
"A disputa no Rio é emblemática. O resultado dará nitidez ao caminho que o Estado seguirá na eleição", diz o tesoureiro do PT, Paulo Ferreira.
Outros Estados problemáticos para o PT vivem situações semelhantes. No Ceará, o governo trabalha pela chapa ligada à prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, defensora do apoio ao PSB. Concorre com ela o grupo do ex-prefeito de Quixadá Ilário Marques, que prefere candidatura própria.
No Paraná, Lula aposta numa vitória esmagadora do grupo ligado ao ministro Paulo Bernardo (Planejamento) para sacramentar o apoio ao senador Osmar Dias (PDT) para o governo. A assinatura de Dias à CPI do MST nessa semana deu fôlego no partido a uma ala que rejeita a aliança.
Outro exemplo é o Pará, onde o atual presidente estadual, João Batista, concorre à reeleição com o discurso de apoio ao PMDB do deputado federal Jader Barbalho.
Nesses Estados, mas principalmente no Rio, o PMDB exige uma composição com o PT para honrar o "pré-compromisso" firmado de apoio à candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
Marcado para 22 de novembro (com segundo turno em 6 de dezembro), o PED (Processo de Eleição Direta) prevê o voto direto dos filiados para as direções nacional, estaduais e municipais.
Uma vitória convincente da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), a mais ligada a Lula, daria mais força para moldar os palanques regionais ao gosto da estratégia nacional.
"Uma vitória de candidatos que defendem a tese da aliança em vários Estados é uma sinalização fundamental para 2010", diz Francisco Rocha, coordenador nacional da ala CNB.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Cristo Redentor comemorou, ontem, 78 anos

Fonte: FM PAN
Redação
Uma das sete maravilhas do mundo moderno e um dos cartões postais mais conhecidos no mundo, o Cristo Redentor completa, nesta segunda-feira (12), 78 anos de idade. Inaugurada no dia 12 de outubro de 1931 e localizada no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar, o Cristo Redentor está até no Guiness, o livro dos
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Menino que pedia presentes é atropelado e morre no RJ (Postado por Danuza Peixoto Zambrana)
De acordo com informações da Concessionária Rio-Teresópolis (CRT), o atropelamento aconreceu por volta de 10h45, na pista sentido Teresópolis-Rio. Ele foi atingido quando atravessava a pista da rodovia e acabou jogado no acostamento.
A mãe de Ariel foi levada para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (Hospital de Saracuruna) e está internada em estado grave
sábado, 10 de outubro de 2009
Portal de Notícias da Globo (G1) no Painel do Paim
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Quem sou eu
- Blog do Paim
- Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.