terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Sete espécies de peixes estão ameaçadas no Rio Paraíba do Sul, no RJ (Vídeo)

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Vídeo)

Adilson Santos

Clique no seguinte Link:

https://www.youtube.com/watch?v=wBPBdzN43-Q


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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

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Parque Nacional da Serra dos Órgãos

É um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil. São mais de 200 Km de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
Entre as escaladas destacam-se o Dedo de Deus, considerado o marco inicial da escalada no país, e a Agulha do Diabo, escolhida uma das 15 melhores escaladas em rocha do mundo.
Foi criado em 1939 para proteger a excepcional paisagem e a biodiversidade deste trecho da Serra do Mar na Região Serrana do Rio de Janeiro. São 20.024 hectares protegidos nos municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim.
O Parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas pela ciência, 462 espécies de aves, 105 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis, incluindo 130 animais ameaçados de extinção e muitas espécies endêmicas (que só ocorrem neste local).
Conheça nesse vídeo um pouco mais sobre os diversos atrativos do PARNASO e sobre as orientações para tornar sua visita mais segura e agradável!

 LEIA TUDO:

http://www.icmbio.gov.br/parnaserradosorgaos/guia-do-visitante.html

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Reserva de Poço das Antas (RJ) comemora 40 anos

Unidades de Conservação

Primeira reserva biológica do País é destaque nacional em pesquisa e projetos de proteção da Mata Atlântica e do mico-leão-dourado
por Portal BrasilPublicado: 12/03/2014 10h19Última modificação: 30/07/2014 03h15
A Reserva Biológica de Poço das Antas, unidade de conservação federal gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), comemora 40 anos de existência. 

Localizada no município fluminense de Silva Jardim (RJ), foi a primeira reserva biológica criada no País, com o objetivo de resguardar o ecossistema de Mata Atlântica costeira, proteger a fauna nativa e preservar espécies ameaçadas de extinção, como por exemplo o mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia). O nome tem origem em uma das três propriedades que constituiu a área da reserva, a Fazenda Poço d´anta, localizada à margem do Rio São João.
Educação Ambiental e pesquisa
Diferente dos parques nacionais, a visitação turística não é permitida dentro das reservas biológicas. Já a visitação com fins educacionais é permitida, desde que acompanhada permanentemente. Assim, a equipe da Reserva Biológica de Poço das Antas trabalha em parceira com a Associação Mico-leão-dourado, desenvolvendo ações de educação ambiental com diversos grupos, principalmente das escolas e comunidades da região, sensibilizando cada visitante para a importância da conservação do mico-leão-dourado e da Mata Atlântica.
A Reserva Biológica de Poço das Antas vem se destacando pela significativa atividade de pesquisa sendo uma das unidades de conservação mais bem estudadas do país, considerada um importante centro de referência para o desenvolvimento de pesquisas. Este processo teve início em 1983, com o projeto para Conservação do Mico-leão-dourado e o Programa Mata Atlântica, desenvolvido pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em execução na reserva desde 1992.
Um pouco de história
A história da reserva biológica teve início em 1967, período inicial da preocupação com a sobrevivência do mico-leão-dourado. Nesta época foram efetuados voos de helicópteros na região do Vale do Rio São João para buscar uma área que pudesse abrigar o mico-leão-dourado e a preguiça-de-coleira (Bradypus torquatus), espécies que já constavam na lista de animais ameaçados de extinção.
Em 1970, em meio ao plano de valorização do Vale do São João e a preocupação com a destruição das últimas florestas situadas nas partes planas da região, em consequência das obras de saneamento, regularização e irrigação do Vale do São João e a construção da Rodovia BR 101, fatores que trariam grande risco de extinção do mico-leão-dourado, foi realizado no ano seguinte, um inventário para avaliar quais propriedades particulares estariam inseridas na área que seria destinada para reserva biológica.

Apenas três anos depois, após pressão da opinião pública internacional e com o apoio de entidades conservacionistas, o governo federal assinou o decreto de criação da Reserva Biológica de Poço das Antas.
>> Saiba mais sobre a Rebio Poço das Antas.
Fonte: 
ICMBio
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