sábado, 4 de abril de 2015

Criação de novos jardins botânicos tem prazo até 22 de maio de 2015

 
 



O Sistema Nacional de Registro de Jardins Botânicos (SNRJB), ligado ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), está recebendo, de entidades interessadas, a documentação necessária para registro e enquadramento nessa categoria de instituição. O prazo termina em 22 de maio deste ano e tem por base os critérios definidos pela Resolução Conama nº 339/2003.

A documentação a ser apresentada precisa seguir as diretrizes do Manual de Orientação para Solicitação de Registro e Enquadramento de Jardins Botânicos.
A postagem nos Correios deve ser endereçada a Luís Felipe Leal Esteves, Diretoria de Pesquisas da Secretaria do SNRJB, rua Pacheco Leão, 915, Bairro Jardim Botânico, CEP: 22460-030, Rio de Janeiro - RJ.
Informações adicionais podem ser obtidas pelo e-mail: snrjb@jbrj.gov.br ou pelos telefones 21 3204-2071 (Luís Felipe) e 21 3204-2087 (Maria Lúcia).




Divulgação/JBRJ



Jardim Botânico do Rio: o principal do País



Espaços vivos
Os jardins botânicos, em geral, são espaços vivos, destinados a atividades de cultura e lazer, abertos ao público. “Eles se diferenciam dos parques por abrigarem uma coleção de plantas ordenada, devidamente classificada e registrada, o que aumenta seu potencial educativo”, diz a engenheira florestal, tecnologista do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro e presidente da Comissão Nacional de Jardins Botânicos, Maria Lúcia Moreira Nova da Costa.
De acordo com dados de 2012 da Rede Internacional de Jardins Botânicos (Botanic Gardens Conservation International - BGCI), estima-se que existam, hoje, cerca de três mil jardins botânicos e arboretos distribuídos em 180 países. São instituições que cultivam, coletivamente, mais de cem mil espécies de plantas, representando quase um terço de todas as plantas conhecidas no mundo.
Pesquisadores definem os jardins botânicos como instituições que guardam coleções documentadas de plantas vivas, visando a pesquisa científica, a conservação, a exposição e a educação. Segundo Maria Lúcia, a manutenção de plantas identificadas e documentadas, bem como o registro das informações associadas a elas, é uma das principais características que diferenciam um jardim botânico de um parque.
Ameaças
A presidente da Comissão Nacional de Jardins Botânicos explica que o quadro ambiental mundial é alarmante e o número de jardins botânicos brasileiros, hoje de apenas 34, é insuficiente para atender à demanda de conservação das espécies ameaçadas pela devastação dos biomas e expansão das fronteiras urbanas e agrícolas. No Brasil, eles existem em apenas 17 Estados e a maioria está localizada na região Sudeste, em área de ocorrência da Mata Atlântica pelo grande número de espécies endêmicas, sendo São Paulo o estado com o maior número desses jardins.
A Amazônia e o Cerrado registram pequeno número de jardins botânicos, sendo que nos demais biomas - Caatinga, Pantanal e Pampa - não há registros nesse sentido. Os espaços existentes buscam apoiar as iniciativas nacionais e internacionais que visem à redução da perda da diversidade vegetal, com base em um plano de ação voltado para orientar a atuação dos jardins botânicos na tarefa de produzir documentação e conservação da flora, promoção da educação ambiental e uso sustentável da diversidade vegetal.
A Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), entidade ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), estabelece três obrigações a serem cumpridas por cada país signatário: a conservação da diversidade biológica, a utilização sustentável de seus componentes e a repartição de benefícios derivados do uso dos recursos genéticos. A CDB fundamenta as Normas Internacionais de Conservação em Jardins Botânicos, documento que aborda várias vertentes da missão dessas instituições, enfatizando sua atuação na conservação, pesquisa, educação e desenvolvimento sustentável.
O berço
Os primeiros jardins botânicos foram criados na Europa do século XVI, com a finalidade de cultivar e estudar plantas de uso medicinal, dando início às primeiras coleções de plantas desidratadas para fins científicos. No Brasil, a primeira iniciativa foi do príncipe Maurício de Nassau, no século XVII, nas proximidades do Palácio de Friburgo, em Recife, entre 1637 e 1644.
No século XVIII, foi implantado em Belém, em 1798, o Jardim Botânico do Grão Pará. O objetivo era aclimatar espécies exóticas e domesticar plantas nativas, com papel importante no intercâmbio de vegetais entre os jardins botânicos, instituindo-se a rede de jardins botânicos luso-brasileira, entre 1796 e 1817. A partir daí, foram criados outros jardins botânicos, como o do Rio de Janeiro, o de Olinda, o de Ouro Preto e o de São Paulo.
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), instituído em 1808, se consolidou como principal sítio de recepção de espécies vegetais, vindas principalmente de Belém, Pará, e de Caiena, na Guiana Francesa. O JBRJ tornou-se o centro de aclimatação de especiarias, cujas atividades incluíam o aperfeiçoamento do transporte das mudas e sementes, a constituição de viveiros para semeá-las, o transplante dos vegetais para diferentes áreas e a observação da necessidade de incidência de sol, sombra, água, de cada um deles.
Intercâmbio
Essas pesquisas produziram descobertas relevantes, fazendo evoluir as técnicas de horticultura e a tecnologia para cultivo de plantas, que ganharam escolas importantes no cenário mundial. Atualmente, os estudos e pesquisas em andamentos nos jardins botânicos existentes servem de estímulo aos técnicos, pesquisadores e dirigentes da Rede Brasileira de Jardins Botânicos (RBJB), fundada em 1991 com o apoio do Botanic Gardens Conservation International (BGCI), instituição internacional que estimula a criação dos jardins botânicos contemporâneos.
Maria Lúcia da Costa explica que a equipe da RBJB pretende ampliar e estimular a cooperação e o intercâmbio entre os jardins botânicos e outras instituições que mantenham coleções científicas de plantas vivas. Pretende, ainda, estimular o estudo da botânica e a conservação da biodiversidade, além de apoiar a criação e o desenvolvimento de novos jardins botânicos Brasil afora, especialmente nos biomas Caatinga e Pantanal, e ainda nos Campos Sulinos.
A definição pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) das áreas prioritárias para conservação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade nos biomas brasileiros constitui um importante instrumento de orientação, não só para a criação de novos jardins botânicos como também para o fortalecimento das ações daqueles já estabelecidos.
Dificuldades
Apesar de alguns jardins botânicos contarem com um elevado número de espécies em suas coleções, nem todas elas atendem aos requisitos necessários para que se possa considerá-las como coleção de conservação. O conjunto de requisitos para a formação de uma coleção de conservação envolve, entre outros aspectos, o registro de coleta dos exemplares, com os dados da procedência e uma ampla variabilidade genética de cada espécie representada, mantendo em estoque o maior número possível de exemplares da espécie, representantes de diferentes procedências.
Os pesquisadores acreditam que a própria condição de ameaça da espécie e a carência de dados sobre sua ocorrência podem dificultar a representatividade da coleção. Os espaços físicos limitados da maioria dos jardins botânicos, localizados em áreas urbanas, é outro limitador para se manter coleções com diversidade genética. Os jardins botânicos mais antigos mantêm em suas coleções exemplares cujos dados de procedência não foram anotados ou se perderam no tempo, mas conservam valor histórico, pois seu valor científico para conservação é limitado.
Saiba mais
De acordo com a pesquisadora do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Tânia Sampaio Pereira, para ser um jardim botânico ideal, seus administradores e técnicos devem estabelecer e declarar, por escrito, a missão institucional, guia de planejamento de políticas atuais e futuras, razão de existir do jardim botânico. Seu planejamento leva em consideração a paisagem local, com situação geográfica específica, condições especiais de relevo, cursos d'água naturais e artificiais, tamanho e localização, se urbano ou rural.
Deve prever os cursos d’água subterrâneos, canais vicinais e tubulações de águas pluviais antes da pavimentação, edificações e canteiros, entre outros aspectos. Pode conter em sua área física, dependendo de seu tamanho, coleções de plantas em estufa ou dispostas em canteiros ao ar livre na forma de um arboreto, viveiro para produção de mudas, além de espécies lenhosas, arbóreas ou arbustivas, identificadas com placa, número de registro do exemplar da coleção na Instituição, o nome científico e o nome vulgar da espécie, e sua origem ou distribuição geográfica, tendo por base as determinações contidas na Resolução Conama n° 339/2003.
Documentação a ser apresentada precisa seguir as diretrizes do Manual de Orientação

Resolução Conama nº 339/2003 
(pdf 76k)
por Luciene de Assis | Comunicação MMA
Saiba mais no Caderno Meio Ambiente
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segunda-feira, 30 de março de 2015

Cunha é vaiado por movimento LGBT na Assembleia do Rio Grande do Sul

Manifestantes, a exemplo do que ocorreu na sexta em SP, deram beijo gay.
Presidente da Câmara foi recebido com gritos de 'Fora, Cunha'.

Rafaella FragaDo G1 RS
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi recebido com vaias e beijo gay em um evento para debater a reforma política na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, nesta segunda-feira (30). O protesto, realizado por representantes do movimento LGBT, foi similar ao organizado na última sexta (27), quando Cunha também foi vaiado na Assembleia de São Paulo.
O presidente da Câmara tem sido alvo de protestos de movimentos ligados à causa LGBT. Ele já manifestou opinião contrária à criminalização da homofobia.
Nesta segunda (30), antes mesmo de o evento começar, manifestantes já aguardavam na porta do prédio do legislativo gaúcho com faixas e cartazes de protesto. Quando Cunha chegou ao teatro da Assembleia onde seria realizado o debate, houve vaias e gritos de "fora" e "não me representa".
Dois homens se beijam durante a execução do Hino Nacional em evento na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (Foto: Rafaella Fraga/G1)Dois homens se beijam durante a execução do Hino Nacional em evento na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (Foto: Rafaella Fraga/G1)
As vaias e gritos continuaram na abertura do evento e durante a execução do Hino Nacional.  Diante das manifestações contrárias a Cunha, o presidente da Assembleia do Rio Grande do Sul, deputado estadual Edson Brum (PMDB), optou por suspendes a sessão.
"Antes de saudar a Mesa Diretora, queria pedir a gentileza a todos, nós estamos em um estado democrático, conquistado por todos, e precisamos oportunizar que todos se manifestem e pediria a gentileza que o fizessem ao seu tempo", disse o parlamentar gaúcho pouco antes de interromper o evento.
Cunha ouviu os protestos sentado à Mesa do plenário, junto de autoridades e do vice-presidente da República, Michel Temer. Brum se aproximou dos manifestantes para ouvi-los e tentar pedir silêncio, para que o debate começasse. "Eles não querem negociar", disse.
Cerca de 15 minutos após interromper a sessão, o presidente da Assembleia do Rio Grande do Sul retomou o evento em outro local do prédio, desta vez no plenário, fechado para a presença dos manifestantes.
Após a retomada do debate, Brum fez uma introdução ao tema da reforma política e passou a palavra a Cunha. No microfone, antes de começar sua fala, Cunha criticou o que chamou de "intolerância".
Grupo protesta contra Eduardo Cunha na Assembleia Legislativa do RS em Porto Alegre (Foto: Rafaella Fraga/G1)Grupo protesta contra Eduardo Cunha na Assembleia Legislativa do RS em Porto Alegre (Foto: Rafaella Fraga/G1)
"Sobre a intolerância que a gente acabou de assistir. Aqueles que não respeitam o Hino Nacional, não podem se permitirem a qualquer outro tipo de manifestação democrática. O debate, o contraditório, é sempre agradável e salutar e nós todos estamos sempre dispostos a ouvir e debater. Mas todos com respeito ao direito de falar, ao direito de ouvir. O respeito previsto na Constituição. [...] Foi lamentável a intolerância, mas meus cumprimentos aos intolerantes também", afirmou.
Ao deixar a Assembleia Legislativa, após seu discurso, Cunha foi questionado por jornalistas sobre os protestos. Ele disse que as manifestações não o preocupam e nem vão mudar a agenda de compromissos.
"Nem um pouco preocupado [sobre manifestações]. Vinte, 30 pessoas, que vêm só para agredir não têm que causar nenhuma preocupação. Isso não é democracia, é intolerância", afirmou Cunha.
Ele também ressaltou que o Congresso Nacional está aberto a debater qualquer tema, desde que com "respeito à ordem e à democracia". Ele acrescentou ainda achar que o grupo que fez o protesto foi "previamente escalado para isso" com "motivação" política.
"O Parlamento está sempre aberto a qualquer debate. Qualquer movimento é legítimo. Seja de qualquer lado. Não tenho nenhuma opinião, nem contra nem a favor, acho que são legítimos, desde que sejam no respeito à ordem e a democracia. Movimentos, que seja, que não respeitam sequer a execução do Hino Nacional... nem acredito que isso represente o movimento. Acho que isso é mais um grupinho que está previamente determinado a esse tipo de agressão, escalado para isso, com motivação politicamente e a gente vê claramente quem é”, sustentou.
Reforma política
Na fala sobre reforma política, o presidente da Câmara prometeu votar a reforma política em maio e ainda questionou a necessidade de se realizar uma campanha eleitoral de 90 dias e placas de propaganda eleitoral em "cada esquina".
"Por que a gente precisa de 90 dias de campanha no primeiro turno? Isso não faz com que a gente tenha um custo bastante elevado. Será que nós precisamos ter placa em cada esquina? Gasta para colocar a placa e ainda paga multa pela placa. Isso é um debate que tem que ser feito", disse.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Vídeo)

Adilson Santos

Clique no seguinte Link:

https://www.youtube.com/watch?v=wBPBdzN43-Q


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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

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Parque Nacional da Serra dos Órgãos

É um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil. São mais de 200 Km de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
Entre as escaladas destacam-se o Dedo de Deus, considerado o marco inicial da escalada no país, e a Agulha do Diabo, escolhida uma das 15 melhores escaladas em rocha do mundo.
Foi criado em 1939 para proteger a excepcional paisagem e a biodiversidade deste trecho da Serra do Mar na Região Serrana do Rio de Janeiro. São 20.024 hectares protegidos nos municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim.
O Parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas pela ciência, 462 espécies de aves, 105 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis, incluindo 130 animais ameaçados de extinção e muitas espécies endêmicas (que só ocorrem neste local).
Conheça nesse vídeo um pouco mais sobre os diversos atrativos do PARNASO e sobre as orientações para tornar sua visita mais segura e agradável!

 LEIA TUDO:

http://www.icmbio.gov.br/parnaserradosorgaos/guia-do-visitante.html

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Reserva de Poço das Antas (RJ) comemora 40 anos

Unidades de Conservação

Primeira reserva biológica do País é destaque nacional em pesquisa e projetos de proteção da Mata Atlântica e do mico-leão-dourado
por Portal BrasilPublicado: 12/03/2014 10h19Última modificação: 30/07/2014 03h15
A Reserva Biológica de Poço das Antas, unidade de conservação federal gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), comemora 40 anos de existência. 

Localizada no município fluminense de Silva Jardim (RJ), foi a primeira reserva biológica criada no País, com o objetivo de resguardar o ecossistema de Mata Atlântica costeira, proteger a fauna nativa e preservar espécies ameaçadas de extinção, como por exemplo o mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia). O nome tem origem em uma das três propriedades que constituiu a área da reserva, a Fazenda Poço d´anta, localizada à margem do Rio São João.
Educação Ambiental e pesquisa
Diferente dos parques nacionais, a visitação turística não é permitida dentro das reservas biológicas. Já a visitação com fins educacionais é permitida, desde que acompanhada permanentemente. Assim, a equipe da Reserva Biológica de Poço das Antas trabalha em parceira com a Associação Mico-leão-dourado, desenvolvendo ações de educação ambiental com diversos grupos, principalmente das escolas e comunidades da região, sensibilizando cada visitante para a importância da conservação do mico-leão-dourado e da Mata Atlântica.
A Reserva Biológica de Poço das Antas vem se destacando pela significativa atividade de pesquisa sendo uma das unidades de conservação mais bem estudadas do país, considerada um importante centro de referência para o desenvolvimento de pesquisas. Este processo teve início em 1983, com o projeto para Conservação do Mico-leão-dourado e o Programa Mata Atlântica, desenvolvido pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em execução na reserva desde 1992.
Um pouco de história
A história da reserva biológica teve início em 1967, período inicial da preocupação com a sobrevivência do mico-leão-dourado. Nesta época foram efetuados voos de helicópteros na região do Vale do Rio São João para buscar uma área que pudesse abrigar o mico-leão-dourado e a preguiça-de-coleira (Bradypus torquatus), espécies que já constavam na lista de animais ameaçados de extinção.
Em 1970, em meio ao plano de valorização do Vale do São João e a preocupação com a destruição das últimas florestas situadas nas partes planas da região, em consequência das obras de saneamento, regularização e irrigação do Vale do São João e a construção da Rodovia BR 101, fatores que trariam grande risco de extinção do mico-leão-dourado, foi realizado no ano seguinte, um inventário para avaliar quais propriedades particulares estariam inseridas na área que seria destinada para reserva biológica.

Apenas três anos depois, após pressão da opinião pública internacional e com o apoio de entidades conservacionistas, o governo federal assinou o decreto de criação da Reserva Biológica de Poço das Antas.
>> Saiba mais sobre a Rebio Poço das Antas.
Fonte: 
ICMBio
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Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.