quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Ibope: no Rio, Dilma tem 58% e Aécio, 42% dos votos

Estadão Conteúdo



RIO - No Rio de Janeiro, a presidente da República, Dilma Rousseff, candidata à reeleição, aumentou em quatro pontos a vantagem sobre o candidato do PSDB, Aécio Neves, na corrida presidencial, segundo pesquisa realizada pelo Ibope encomendada pela TV Globo. A presidente Dilma aparece com 58% dos votos válidos, enquanto o candidato do PSDB está com 42%.
Em votos totais, a presidente tem 49% , Aécio aparece com 36%, os eleitores que pretendem votar branco ou nulo totalizam 10% e os que não sabem ou não responderam somam 5%.
O Ibope ouviu 2.002 eleitores em 48 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem da pesquisa é de dois pontos percentuais e um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi foi registrada no Tribunal Eleitoral Regional (TRE) sob o protocolo RJ-00076/2014 e no Tribunal Superior eleitoral sob o registro BR-01164/2014.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Veja quem são os 70 deputados estaduais eleitos no Rio de Janeiro

PMDB obteve o maior número de cadeiras na Alerj - 15 no total.
Ao todo, 39 deputados foram reeleitos; Marcelo Freixo foi o mais votado.

Do G1 Rio
Veja como ficará a Assembleia do Legislativa do Rio de Janeiro (Foto: Reprodução / TV Globo)Veja como ficará a Assembleia do Legislativa do Rio de Janeiro (Foto: Reprodução / TV Globo)
Dos 70 deputados estaduais eleitos no Rio de Janeiro, 15 são do PMDB, partido do atual governador, Luiz Fernando Pezão, que irá disputar a reeleição com o candidato Marcelo Crivella (PRB). O mais votado, no entanto, foi Marcelo Freixo (PSOL), reeleito com 350.408 votos. Ao todo, 39 deputados foram reeleitos.

O segundo maior partido com representatividade na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no próximo pleito será o PSD, que elegeu oito deputados, seguido pelo PR, com sete, e o PT, com seis.

Confira abaixo a relação dos candidatos eleitos (em negrito, os candidatos reeleitos):
Marcelo Freixo (PSOL) - 350.408
Wagner Montes (PSD) - 208.814
Flávio Bolsonaro (PP) - 160.359
Samuel Malafaia (PSD) - 140.148
Paulo Melo (PMDB) - 125.391

Nivaldo Mulim (PR) - 93.192
Fabio Silva (PMDB) - 82.168
André Corrêa (PSD) - 81.364
Jorge Picciani (PMDB) - 76.590
Cidinha Campos (PDT) - 75.492
Dionísio Lins (PP) - 75.405
Pedro Fernandes (SD) - 75.366
Tia Ju (PRB) - 74.803
Osorio (PMDB) - 70.835
Domingos Brazão (PMDB) - 70.314
Lucinha (PSDB) - 65.760
Gustavo Tutuca (PMDB) - 64.248
Rafael Picciani (PMDB) - 63.073

Carlos Macedo (PRB) - 62.088
Edson Albertassi (PMDB) - 61.549
Bebeto Tetra (SD) - 61.082

Zeidan (PT) - 60.810
Bernardo Rossi (PMDB) - 56.806
Daniele Guerreiro (PMDB) - 55.821
Waguinho (PMDB) - 53.835
Delegada Martha Rocha (PSD) - 52.698
Márcio Pacheco (PSC) - 50.344
Christino Áureo (PSD) - 50.168

Dr. Deodalto (PTN) - 48.496
Pedro Augusto (PMDB) - 48.345
André Lazaroni (PMDB) - 44.473

Benedito Alves (PMDB) - 44.381
Rosenverg Reis (PMDB) - 43.045
Thiago Pampolha (PTC) - 41.897
Luiz Paulo (PSDB) - 39.992
Carlos Minc (PT) - 39.865
Luiz Martins (PDT) - 39.309
Marcus Vinícius Neskau (PTB) - 39.192

Filipe Soares (PR) - 39.058
Tio Carlos (SD) - 38.851
Farid Abrão (PTB) - 38.342
Iranildo Campos (PSD) - 36.914
Waldeck (PT) - 36.755
Jose Luiz Nanci (PPS) - 36.356
Comte (PPS) - 36.155

Bruno Dauaire (PR) - 35.645
Marcia Jeovani (PR) - 34.870
Marcio Canella (PSL) - 34.495
Rogerio Lisboa (PR) - 34.030
Enfermeira Rejane (PCdoB) - 33.990
Jorge Felippe Neto (PSD) - 32.066
João Peixoto (PSDC) - 31.243
Andre Ceciliano (PT) - 31.207

Dr. Sadinoel (PT) - 30.504
Zaqueu (PT) - 30.304
Milton Rangel (PSD) - 28.957
Marcos Abrahao (PTdoB) - 28.777
Jair Bitencourt (PR) - 28.133
Janio Mendes (PDT) - 28.012
Renato Cozzolino (PR) - 26.697
Atila Nunes (PSL) - 25.042
Zito (PP) - 24.491
Wanderson Nogueira (PSB) - 20.073
Paulo Ramos (PSOL) - 18.732
Zé Luiz Anchite (PP) - 17.401
Graça Pereira (PRTB) - 16.876
Flávio Serafini (PSOL) - 16.117
Eliomar Coelho (PSOL) - 14.144
Marcos Miller (PHS) - 12.929
Dr. Julianelli (PSOL) - 11.805

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sábado, 4 de outubro de 2014

Ibope: no RJ, Dilma lidera com 38% das intenções de voto

Marina Silva registra 29% dos votos na cidade, contra 15% do candidato do PSDB Aécio Neves

Vinicius Neder, do



Ichiro Guerra/Dilma 13/Divulgação
Dilma Rousseff durante ato público em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro
Dilma Rousseff durante ato público no Rio: candidata do PT lidera na cidade 

Rio - A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, lidera as intenções de voto para as eleições de domingo, 5, no Rio, segundo pesquisa do Ibope divulgada neste sábado, 4. Dilma registra 38% das intenções de voto, contra 29% da candidata Marina Silva (PSB).
O senador Aécio Neves (PSDB), que no plano nacional ultrapassou Marina na pesquisa do Ibope, embora em empate técnico, está com 15% entre os eleitores do Rio. A pesquisa aponta 9% de votos brancos e nulos, e os indecisos são 4%.
Luciana Genro (PSOL) registra 2% das intenções de voto; Levy Fidelix (PRTB), 1%; e Pastor Everaldo (PSC), 1%. Segundo o Ibope, Eduardo Jorge (PV), Eymael (PSDC), Mauro Iasi (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) ficaram abaixo de 1%, mas, juntos, têm 1%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. O Ibope fez a pesquisa entre a quarta-feira e este sábado, entrevistando 2.002 eleitores no Rio.
A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada com os números RJ-00062/2014 (TRE) e BR-01004/2014 (TSE).


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Pezão lidera no Rio; Crivella e Garotinho estão em empate técnico, diz Datafolha

Por iG São Paulo | - Atualizada às

Atual governador tem 30% das intenções de voto; Garotinho aparece com 21% e Crivella manteve os 17%

O governador do Rio de Janeiro e candidato à reeleição pelo PMDB, Luiz Fernando Pezão, mantém a liderança com 30% das intenções de voto no Rio de Janeiro, enquanto os seus dois principais adversários, o deputado Anthony Garotinho (PR) e o senador Marcelo Crivella (PRB) disputam um lugar no segundo turno, de acordo com a pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (2). 
Minas Gerais: Pimentel impõe 9 pontos de vantagem contra Pimenta em MG, revela Datafolha
São Paulo: Alckmin chega a 50% em pesquisa Datafolha e pode ser reeleito
Segundo levantamento, Garotinho tem 21% - três pontos percentuais a menos que o aferido na última pesquisa. Ja o candidato do PRB manteve os 17%. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos. 
O senador Lindenberg Faria, do PT, ganhou dois pontos percentuais e agora aparece com 13%. 
Anthony Garotinho faz corpo a corpo em Volta Redonda, no Rio de Janeiro (2/10). Foto: Inácio Teixeira/Coperphoto

domingo, 21 de setembro de 2014

Levantamento mostra os destaques da bancada do Rio na Câmara

Lista mostra quem foram os deputados federais com melhor e pior avaliação em seis quesitos

por

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O plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília - André Coelho / O Globo


BRASÍLIA — Levantamento da atuação parlamentar da bancada do Rio feito pelo GLOBO revela a existência de uma elite de deputados fluminenses com atuação positiva marcante na Câmara nos últimos quatro anos, enquanto outro grupo se destaca negativamente. A elite fluminense na Câmara é composta por oito deputados que aparecem em pelo menos duas categorias consideradas positivas no desempenho do mandato, como presença nas sessões, a economia com a verba de gabinete e a apresentação de projetos e relatorias.
INFOGRÁFICO: confira dados sobre parlamentares do Rio
BALANÇO:confira, nome a nome, informações sobre bancada fluminense
Neste seleto grupo, se destacam os deputados Miro Teixeira e Hugo Leal. Os dois foram eleitos por partidos diferentes e hoje estão no novato PROS, mas se destacaram, cada um, em três das seis categorias, liderando cada um duas delas.
Ao longo do último mês, O GLOBO se debruçou sobre os dados nos quatro últimos anos dos mandatos de cada um dos parlamentares do Rio eleitos em 2010. Foram analisados indicadores da presença na sessões de plenário, gasto da verba de gabinete, presença nas comissões temáticas, discursos em plenário, apresentação de projetos e relatorias de propostas.
Um bom parlamentar é uma combinação de assiduidade, estudo dos projetos, manifestação de opiniões e sintonia com os interesses da sociedade, um mandato voltado não para seus próprios interesses, mas os interesses daqueles que ele representa.







Infográfico mostra uso da verba indenizatória por parlamentares - / O Globo
Em 2010, 46 deputados foram eleitos no Rio, mas só 33 cumpriram os mandatos integralmente. Os outros 13 se licenciaram ou renunciaram para assumir outros cargos, abrindo as vagas que levaram 15 suplentes a assumirem o posto temporária ou definitivamente. A reportagem focou sua análise na comparação dos mandatos apenas dos 33 que cumpriram integralmente seus mandatos. Todos os dados dos 61, no entanto, estão disponíveis no site do GLOBO.INICIANTES NA LISTA POSITIVA
Miro é o mais presente em plenário (98%) e o que menos gasta o chamado cotão (R$ 381 mil em quatro anos, quase integralmente em passagens do Rio para Brasília), além de estar entre os cinco que mais discursam em plenário. Hugo Leal lidera outras duas categorias, mais presente em comissões e o que mais relatou propostas, e está entre os cinco que mais apresentaram projetos. Também integram a elite da bancada dois deputados em primeiro mandato — Alessandro Molon (PT) e Romário (PSB) —, além de Chico Alencar (PSOL), Benedita da Silva (PT), Anthony Garotinho (PR) e Zoinho (PR).


A SEGUIR: O MESMO INFOGRÁFICO, AMPLIADO PELO BLOG DO PAIM, EM QUE DESTACA OS MELHORES COLOCADOS:



Infográfico mostra uso da verba indenizatória por parlamentares - / O Globo
Em 2010, 46 deputados foram eleitos no Rio, mas só 33 cumpriram os mandatos integralmente. Os outros 13 se licenciaram ou renunciaram para assumir outros cargos, abrindo as vagas que levaram 15 suplentes a assumirem o posto temporária ou definitivamente. A reportagem focou sua análise na comparação dos mandatos apenas dos 33 que cumpriram integralmente seus mandatos. Todos os dados dos 61, no entanto, estão disponíveis no site do GLOBO.
INICIANTES NA LISTA POSITIVA
Miro é o mais presente em plenário (98%) e o que menos gasta o chamado cotão (R$ 381 mil em quatro anos, quase integralmente em passagens do Rio para Brasília), além de estar entre os cinco que mais discursam em plenário. Hugo Leal lidera outras duas categorias, mais presente em comissões e o que mais relatou propostas, e está entre os cinco que mais apresentaram projetos. Também integram a elite da bancada dois deputados em primeiro mandato — Alessandro Molon (PT) e Romário (PSB) —, além de Chico Alencar (PSOL), Benedita da Silva (PT), Anthony Garotinho (PR) e Zoinho (PR).

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O levantamento também mostrou um grupo de cinco deputados que se encaixam em pelo menos três rankings negativos — mais ausentes em plenário e comissões, que mais gastam a verba, menos discursam, menos projetos apresentaram ou relataram. Este grupo é encabeçado pelos deputados Doutor Adilson Soares (PR), que figura em quatro das seis categorias, liderando três delas: menos presente em comissão (esteve presente em apenas 50%), menos discursos (dois durante os quatro anos de mandato) e menos projetos apresentados (durante os quatro anos, não apresentou nenhum). Ele está ainda entre os que mais gastaram o cotão (R$ 1,1 milhão). Adilson Soares é irmão do pastor R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus.
O ex-ministro Edson Santos (PT) é outro que integra o grupo dos líderes em quesitos negativos. Detentor do menor percentual de presença em plenário (71%) entre os 33 que cumpriram integralmente o mandato, foi também o que mais gastou durante os quatro anos da legislatura (R$ 1,2 milhão) — o exato oposto de Miro, o mais presente e econômico.
Outros três fecham a lista negativa. O deputado Adrian (PMDB) foi o que menos relatou projetos durante o mandato (apenas 3), segundo mais ausente em plenário (71% de presença) e que figura entre os cinco que menos discursaram em plenário (20 discursos). Francisco Floriano (PR) está entre os que mais gastaram o cotão (1,2 milhão), menos presentes em comissão e os que menos apresentaram propostas. E Edson Ezequiel (PMDB), que está em três categorias negativas (poucos discursos, poucas relatorias e pouca apresentação de propostas), apesar de também aparece entre os cinco que menos gastaram no mandato.
A deputada Andréia Zito (PSDB) aparece em duas categorias positivas — menor gasto do cotão e grande número de projetos apresentados, mas está na lista dos cinco que menos estiveram presentes em comissões e menos discursaram.
‘GOSTO DE SER DEPUTADO’
O deputado Hugo Leal (PROS) está no segundo mandato como federal, mas encabeça a lista dos que mais relataram projetos nesta legislatura, dos mais presentes em comissões e está entre os que mais apresentaram projetos. Ele diz que gosta de ser deputado.
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— Soldado, no quartel, quer serviço. Alguns interpretam a Câmara como uma casa de passagem para galgar outros postos. Eu gosto de ser deputado, a Câmara é rica em debates e dá angústia por não conseguir participar de todos.
Em seu décimo mandato, Miro Teixeira diz que o desempenho de um deputado depende do papel que ele exerce. Nem sempre estar entre os mais presentes significa exercer bem o mandato.
— Uso meu mandato para fiscalizar com lupas projetos que estão em votação, emendas feitas às Medidas Provisórias, por exemplo. Mas já estive longe do plenário e ao lado de outros para evitar, por exemplo, a invasão da CSN, em Volta Redonda. Não é só ficar sentado em plenário, mas atuar — disse o parlamentar.
Campeão em discursos, com mais de mil feitos só em plenário nesta legislatura, o deputado Chico Alencar (PSOL) também se destaca pelo uso econômico do cotão, com R$ 654 mil, cerca de 55% do que é permitido.
— Uso sim, a verba, porque é necessário. Mas temos muito zelo pelos recursos públicos. Unimos o princípio da necessidade de custeio do mandato com o da austeridade — diz Chico Alencar.
‘É PRECISO SER OUSADO’
Em seu primeiro mandato na Câmara, Alessandro Molon conseguiu relatorias importantes e aparece como o terceiro mais presente em plenário, e o segundo que mais relatou propostas.
— Corri atrás, as coisas não caíram do céu, foram fruto de um trabalho sério. É preciso ser ousado, furar barreiras. Lutei para ter a relatoria do Marco Civil porque entendia que era algo decisivo para o Brasil e isso foi antes de estourar o escândalo da espionagem dos EUA — afirmou Molon.
O deputado Dr. Adilson Soares, que aparece em quatro categorias negativas, não tentará se reeleger. Em relação ao uso da cota, afirma que gastou dentro da legalidade. No caso da ausência em comissões, diz que elas funcionam na quarta-feira, dia em que as audiências dele em ministérios eram marcadas. Em relação ao fato de ter feito, durante os quatro anos, apenas dois discursos em plenário, justifica:
— Meus discursos sempre foram no meu gabinete, atendendo ao povo do meu estado e trabalhando no acompanhamento de seus pleitos em Brasília.
O deputado Edson Santos diz que, durante o mandato, teve que se ausentar da Casa para participar de missões oficiais aos EUA, China, Angola e Antártida, além de participar de diligências de subcomissões, como a da Copa, ou de projetos que relatou e que implicam em visitas a outras cidades. O deputado Adrian (PMDB) afirma que todas as suas faltas foram justificadas e que seu trabalho como deputado é dedicado a garantir verbas para municípios do interior do Rio.
Em relação ao uso do cotão, a deputada Andreia Zito afirma que usa mais para os deslocamentos e tem evitado contratação de consultorias, recorrendo a seus funcionários de gabinete. Diz que procura apresentar projetos que considera relevantes e ficou feliz por ter uma de suas emendas constitucionais, a que garante aposentadoria por invalidez, virar lei. Em relação às comissões, diz ter sido indicada para muitas, mas, como muitas são esvaziadas, preferiu dedicar seu tempo a outras atividades.
VERBAS PAGAM PASSAGENS E ASSESSORES
Somados, os 61 deputados do Rio que passaram pela Câmara desde 2011 gastaram R$ 46,6 milhões da cota para o exercício da atividade parlamentar. Conhecida como cotão, a verba é para as despesas de custeio do mandato, como aluguel de escritórios no estado, passagens aéreas, consultorias e combustível. Como o valor das passagens varia conforme a distância, a cota muda de estado para estado. No caso do Rio, os deputados podem ser ressarcidos em até R$ 32.550,32 por mês.
Caso não utilize todo o valor, o saldo fica acumulado ao longo do exercício financeiro. Entre os 33 parlamentares que exerceram o mandato por completo, Edson Santos (PT) é o que mais usou a cota. Nos últimos quatro anos, ele foi reembolsado pela Câmara em R$ 1.213.587,74. Francisco Floriano (PR) é segundo na lista. Ao todo, ele foi reembolsado em R$ 1.200.910,19. Até o fechamento da reportagem, Floriano não retornou às ligações do GLOBO.
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O deputado Dr. Adilson Soares (PR) aparece em terceiro lugar, com R$ 1,17 milhão em ressarcimento. No quarto lugar está Áureo (SD), com R$ 1,15 milhão. Por meio de sua assessoria, o deputado informou que usou a maior parte da verba “de forma lícita e aprovada pelos órgãos competentes da Câmara dos Deputados, divulgando essas ações e contratando assessoria para fornecer orientações, estudos técnicos e divulgação.” Quinto entre os que mais utilizaram a cota, Washington Reis (PMDB) diz considerar os gastos normais e dentro da média:
— Utilizei para manter meu escritório no Centro do Rio, para alugueis de carros e combustíveis. Sempre que possível pago tiro os recursos do meu próprio bolso, mas às vezes não dá, quem trabalha tem despesa — afirmou Reis.
Além da cota, os deputados recebem uma remuneração mensal de R$ 26.732,13 (subsídio), que leva em conta a presença nas sessões deliberativas. Cada deputado tem direito a uma verba mensal de gabinete de R$ 78 mil para o pagamento de funcionários do gabinete. Cada parlamentar pode contratar entre 5 e 25 funcionários.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Arcebispo Dom Orani é vítima de assalto em Santa Teresa

16/9/2014 12:02
Por Redação, com ARN - do Rio de Janeiro

O cardeal seguiu sua agenda de compromissos, enquanto os acompanhantes registraram boletim de ocorrência
O cardeal seguiu sua agenda de compromissos, enquanto os acompanhantes registraram boletim de ocorrência
O Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, juntamente com o motorista, um fotografo e um seminarista, foram vitimas de um assalto a mão armada, revelou o Arcebispo em sua página no facebook.
O carro foi interceptado por três homens armados que exigiram que todos os ocupantes entregassem seus pertences. Um dos assaltantes reconheceu dom Orani, pediu desculpas, mas não mudou de ideia. Ele estava armado e levou o cordão, o crucifixo, caneta, o telefone e uma réplica do anel de ouro que dom Orani recebeu do papa Francisco, quando se tornou cardeal arcebispo, em cerimônia no Vaticano. De acordo com o assessor da Arquidiocese do Rio, Adionel Carlos, “o anel que o cardeal usa no dia a dia é de baixo valor, um anel comum. O anel recebido do papa só é usado em ocasiões especiais”.  O assessor acrescentou que dom Orani já decidiu que não falará sobre o assalto.
Na ação, os criminosos levaram também o paletó e a mochila do motorista, além da batina do seminarista, que foram abandonados em Santa Teresa e recuperados pela polícia. Apenas a câmera do fotógrafo não foi recuperada até agora.
Em nota, a Polícia Civil informou que o caso foi registrado na 10ª Delegacia de Polícia (Botafogo) como roubo. Logo após o crime, os agentes fizeram diversas diligências e conseguiram recuperar os pertences do arcebispo, como um celular, o anel cardinalício, a cruz peitoral e dois terços de prata. Os pertences estavam dentro de uma mochila. Também foram recuperados uma batina e documentos de outros integrantes da comitiva do arcebispo.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Romário lidera disputa ao Senado no RJ com 43%, aponta Datafolha

Cesar Maia vem em segundo, com 22% das intenções de voto.
Pesquisa ouviu 1.348 eleitores em 32 cidades do Estado do Rio.

Do G1 Rio
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (11) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o Senado pelo Rio de Janeiro:

Veja os números do Datafolha:
Romário (PSB) – 43%
Cesar Maia (DEM) – 22%
Eduardo Serra (PCB) – 5%
Carlos Lupi (PDT) – 5%
Liliam Sá (PROS) - 1%
Pedro Rosa (PSOL) – 1%
Diplomata Sebastião Neves (PRB) - 0%*
Heitor Fernandes (PSTU) – 0%*
Indecisos – 10%
Brancos e nulos – 13%

*Não atingiram 1%

No levantamento anterior, divulgado no dia 4 de setembro, Romário tinha 38%, Cesar Maia, 25%, e Eduardo Serra, 6%.
O Datafolha entrevistou 1.348 eleitores em 32 municípios do Estado do Rio de Janeiro nos dias 8 e 9 de setembro. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RJ-00034/2014 e BR-00584/2014.
 
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Quem sou eu

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Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.