quinta-feira, 30 de maio de 2013

Paulo Metri: “Na questão petróleo, PT e PSDB são irmãos siameses”

O engenheiro Paulo Metri, do Clube de Engenharia, está indignado – junto com milhares de brasileiros nacionalistas – com a iniciativa da Agência Nacional de Petróleo (ANP) de entregar às petrolíferas estrangeiras a megajazida de petróleo de Libra, na Bacia de Santos, descoberta pela Petrobras; e que tem reservas comprovadas de cerca de 12 bilhões de barris. A  ANP quer “leiloar” a jazida - eufemismo para o entreguismo deslavado praticado pela agência do governo Dilma que deveria defender os interesses do Brasil. (OM)
Paulo Metri - Mossadegh, primeiro-ministro iraniano, nacionalizou o petróleo em 1951, fechando as atividades da empresa Anglo-Persian Oil Company no país. Em 1953, como resultado de um golpe de Estado, cuja articulação é creditada à CIA, foi deposto e preso. Depois, os campos de petróleo do Irã voltaram às empresas estrangeiras para a continuação da produção. No Iraque, depois da invasão pelos Estados Unidos, os campos também foram entregues a empresas estrangeiras.  (Na foto, Dilma e Magda Chambriard, da ANP)
Estes são os únicos casos que conheço de entrega de quantidades conhecidas de petróleo no subsolo a empresas privadas. Quantidades, estas, já descobertas e prontas para serem produzidas. O usual, mesmo no atual mundo constituído pelo império, entre os países satélites do império, as várias colônias dominadas e os países mais independentes, quando não possuem o monopólio estatal, é leiloarem áreas para empresas buscarem o petróleo e, se encontrarem, o produzirem. Isto acontece, por exemplo, nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Noruega.
No entanto, a subserviência ao mercado do governo brasileiro, acoplada à traição de brasileiros representantes dos interesses de grupos estrangeiros, inova ao entregar campo, e não mais área, para busca de petróleo. Libra foi descoberto pela Petrobras e, já sendo um campo, pretende-se entregá-lo às empresas petrolíferas, usando a mesma visão da privatização, comum no governo FHC. Na questão da entrega da riqueza do petróleo, o PT e o PSDB são irmãos siameses. Nenhum dos membros de um destes partidos pode acusar o outro de não satisfazer aos interesses da sociedade brasileira, com relação a este aspecto.
Reconheça-se, com pesar, que está havendo uma “volta por cima” dos neoliberais, quando todos socialmente compromissados pensavam que, depois da crise de 2008, tinha ficado claro que o atendimento aos dogmas do mercado trazia desgraça aos povos. Fica patente que o capital é articulado, por envolver a mídia dominada e as opções mais populares de candidatos do país, nomeando seus prepostos para cargos chaves e determinando nefastas decisões.
Outro ponto importante de salientar é que o presidente Lula acrescentou, recentemente, ao seu discurso várias colocações de cunho geopolítico e estratégico. Esta nova postura do ex-presidente é muito bem vinda. Em estudo da Associação de Engenheiros da Petrobras (AEPET), é dito que, para os contratos de partilha, admitindo algumas suposições lá contidas, as empresas ficam com a posse de 50% do petróleo produzido e o Estado com os outros 50%. Como Libra tem de 8 a 12 bilhões de barris recuperáveis, segundo a diretora-geral da Agência “Nacional” do Petróleo, o Brasil perderá a possibilidade de agir estrategicamente com a comercialização de cerca de 5 bilhões de barris. Só resta o ex-presidente, como tem grande prestígio junto à sua sucessora, avisá-la da perda estratégica.
Se alguém tem a dúvida sobre o que fazer com o campo de Libra, então, sugiro a utilização do artigo 12 da lei 12.351, que permite a entrega de um campo à Petrobras diretamente, sem leilão prévio, através de um contrato de partilha, desde que o interesse nacional justifique. E, claramente, existe o interesse em converter o lucro e o poder que o petróleo gera em benefícios aos brasileiros. Além disso, como a Petrobras está com a responsabilidade de ter de investir em vários campos simultaneamente e, também, como a pressa em leiloar só satisfaz às empresas estrangeiras, pois o país está abastecido para além do ano de 2050, a entrega de Libra à Petrobras poderá ficar reservada para o futuro.
Prestem atenção às ações coordenadas de privatização deste nosso patrimônio para grupos estrangeiros. Primeiro, tem-se a pressa tresloucada da ANP em leiloar, podendo ser classificada como um furor entreguista. Em paralelo, vem a consequente asfixia financeira da única saída heróica encontrada pelos verdadeiros brasileiros para não serem dominados, qual seja, a da Petrobras entrar nas rodadas para arrematar os blocos.
Por fim, não bastando a carga diária negativa da mídia contra a empresa, deputados subservientes a interesses externos buscam criar uma CPI da Petrobrás. Deixo claro que se deve apurar tudo sobre a Petrobrás que a boa norma exige e, para isso, já existe a estrutura de auditoria e fiscalização do governo. Entretanto, a criação de uma CPI parece ter outro objetivo, que é o de malhá-la perante a opinião pública para, em passo seguinte, como recomendação desta CPI, sugerir-se a sua privatização.
Notem que, depois das privatizações embutidas nos leilões de petróleo, que ocorreram na 11ª rodada do dia 14 de maio, e da presente privatização de Libra, em um eventual debate de segundo turno em 2014, que espero que nunca aconteça, entre Dilma e Aécio, nenhum dos dois poderá acusar o outro de ser privatista, por falta de credibilidade de ambos para tal. Em vista deste fato, quero declarar que estou aberto a receber “santinhos” de candidatos de todos os partidos de esquerda fora da atual base do governo, para qualquer cargo, desde deputado estadual a presidente, passando por governador, deputado federal e senador.
Em outras palavras, respeito muito o combate à miséria e outros feitos dos governos petistas, mas não me conformo com a entrega do patrimônio nacional a estrangeiros, até porque, a partir de determinado patamar, só se melhora substancialmente o IDH se o país for soberano.
Fonte: Correio da Cidadania 29/05/13
(*)  Paulo Metri é Conselheiro do Clube de Engenharia

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Ministro Manoel Dias empossa superintendente do RJ

O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, empossou nesta segunda-feira (27) o novo superintendente do Trabalho no Rio Janeiro, Antonio Henrique de Albuquerque Filho. Toninho, como é conhecido, foi superintendente da SRTE na gestão do ex-ministro, Carlos Lupi.
Manoel Dias destacou a importância histórica do Ministério do Trabalho e Emprego desde Getúlio Vargas, defendendo que o órgão precisa retomar o seu papel protagonista nas relações trabalhistas, na defesa dos direitos dos trabalhadores e na geração de emprego e renda. Ele chamou a atenção para os últimos números do emprego no país, divulgados pelo ministério na semana passada, que demonstram a criação de 196 mil novas vagas de emprego. “Enquanto em outros países o emprego tem sido escasso, no Brasil nós temos alavancado vagas de trabalho. Somente no atual governo foram criadas mais de 4 milhões de novos postos”, exaltou o ministro.
O ministro também lembrou da necessidade de investir na mão de obra do MTE. “Não podemos fazer o nosso trabalho dignamente, sem que tenhamos um órgão com condições de dar apoio tanto ao trabalhador quanto aos empregadores”, frisou o ministro que adiantou melhorias nos postos de atendimento do MTE. “O objetivo da atual gestão é melhorar tanto as instalações físicas quanto o corpo de pessoal do ministério”, afirmou.
Para Manoel Dias a Superintendência do Rio de Janeiro é uma casa histórica, por onde já passou cidadãos que ficaram na história trabalhista. “Espero que Antonio Henrique dê continuidade a esse protagonismo do MTE aqui no Rio de Janeiro e nós vamos dar todo apoio para que isso aconteça”.
Antonio Henrique Albuquerque Filho é mineiro de Manhumirim, radicado no Rio de Janeiro desde 1970 e militante do PDT. Formado em Direito, o superintendente, empresário do setor de alimentação, exercia cardo de direção na Secretaria de Defesa do Consumidor do Estado.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Antonio Albuquerque volta na 2a.feira à Superitendência do Trabalho do Rio

Na presença do Ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, toma posse nesta segunda-feira, 27/5, às 10 horas da manhã, no cargo de Superintendente Regional do Trabalho do Rio de Janeiro –  Antonio Henrique de Albuquerque Filho. A posse será na sede da Superintendência, na Avenida Antônio Carlos, 251 – Centro do Rio de Janeiro.
Nascido em dezembro de 1952 em Manhumirim, Minas Gerais, Tuninho Albuquerque estudou Direito e foi empresário do setor alimentício.  Já atuou como diretor do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio de Janeiro (FIRJAN) e como diretor do Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (CADEG). Atualmente ocupava a Ouvidoria da Secretaria de Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro.
Radicado no Rio de Janeiro desde 1970, Antonio Albuquerque Filho é casado e pai de três filhos. Ele já exerceu o cargo de Superintendente Regional do Trabalho e Emprego no Estado do Rio de Janeiro quando ocupava o cargo de Ministro do Trabalho o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Antes, fora Assessor Especial de Lupi, na mesma superintendência. Antonio Albuquerque Filho ajudou a elaborar o Código de Ética do Ministério do Trabalho. 

sexta-feira, 24 de maio de 2013


Petistas criticam pressão de Cabral sobre Dilma: "é bravata"

Presidente do PT, Rui Falcão reafirmou candidatura de Lindbergh Farias

 
Os petistas do Rio de Janeiro reagiram com irritação à nova escalada de pressões contra a campanha do senador Lindbergh Farias, promovida pelo governador Sérgio Cabral. Em um jantar com governadores e caciques do PMDB, Cabral teria insinuado que apoiaria Aécio Neves na eleição presidencial, caso o PT mantivesse a intenção de disputar o governo do Rio. 
Na noite desta sexta (24), o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, reafirmou o apoio do PT à candidatura do senador Lindbergh ao governo do Rio. Falcão participou de evento do PT no Rio.
Para o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ), as sucessivas tentativas dos peemedebistas em impedir que Lindbergh dispute o pleito indicam "desespero" e "falta de confiança" no nome do vice-governador Luiz Fernando Pezão, pré-candidato do partido:
"É uma postura antidemocrática querer impedir o eleitor do Rio de Janeiro de poder escolher o próximo governador. E pior ainda: ele tenta fazer isso através de uma chantagem com a presidente Dilma. O desespero dele indica que ele não confia no desempenho de seu candidato. Quem confia não faz uso desse tipo de expediente para impedir outras candidaturas. No fundo, é uma confissão de falta de confiança no seu próprio candidato", ataca.
Governador faz pressão por eleição de 2014
Governador faz pressão por eleição de 2014
Para o presidente do diretório estadual do PT no Rio, Jorge Florêncio, o lançamento de uma candidatura própria em nada inviabiliza a aliança entre seu partido e o PMDB, tanto em nível regional, quanto em nacional:
"Lançamos um candidato porque isso é direito do PT. Achamos que o candidato pode existir em paralelo com o do PMDB e é a sociedade que vai decidir qual projeto será o escolhido", afirma o dirigente petista, que irá tratar do tema nesta sexta-feira com o presidente nacional do PT, Rui Falcão.
"Não aceitamos chantagem"
Molon acredita que não há chance de Cabral e seu grupo político romperem definitivamente com a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, os principais cabos eleitorais do país e donos de enorme popularidade no estado do Rio. Para ele, a atitude do governador não passa de um balão de ensaio:
"Isso é bravata. O governador sabe melhor do que ninguém quanto o apoio do governo federal foi importante para a recuperação do Rio. Nosso estado foi o que mais recebeu recursos federais nos governos dos presidentes Lula e Dilma. É inaceitável. o PT já decidiu por unanimidade ter candidatura própria e não aceita chantagem e intimidação", desdenha Molon.
Já Florêncio critica a pressão de lideranças peemedebistas para que o PT entregue seus cargos no governo estadual. Para ele, esse não é um movimento que seu partido tenha que tomar:
"Você acha que o Cabral ou o Picciani estão insatisfeitos com o PT ou que a Dilma tem que pedir os cargos do PMDB em nível federal por causa disso? Lógico que não. O Cabral pode solicitar os cargos, mas não achamos que esse é um movimento nosso. Temos uma relação com o governador que é de diálogo. A candidatura está colocada. Claro que em política tudo acontece, mas nesse momento está acabado e a gente tem que respeitar um ao outro", prega.

Tags: 2014, eleição, estado, Governo, Rio

quinta-feira, 23 de maio de 2013

PDT funda núcleo distrital em Itacuruçá (RJ)

LAURO dos Santos; Roberto Mondaine; o vice-presidente municipal, Robson Nóbrega; e Antônio Nicolau.
LAURO dos Santos; Roberto Mondaine; o vice-presidente municipal, Robson Nóbrega; e Antônio Nicolau.
Em plena campanha pelo fortalecimento da legenda na cidade, através da conquista de novos filiados, integrantes do PDT de Mangaratiba se reuniram, no início deste mês com o objetivo de fundar o núcleo distrital de Itacuruçá, em reunião conduzida pelo vice-presidente do diretório municipal, Robson Nóbrega. Presidente do diretório.
Integrante do grupo, Evaldo Sabóia disse ao ATUAL que a partir da oficialização do grupo a intenção é realizar várias reuniões com o objetivo de fundar núcleos em outros distritos da cidade. O vice-presidente Robson Nóbrega explica que a presidente Andréia Busatto está empenhada para levar a mobilização adiante, de acordo com as diretrizes nacionais e estaduais da legenda.
LIDERADOS PELO vice-presidente Robson Nóbrega, pedetistas fazem o “v” da vitória, demonstrando otimismo com a criação do núcleo. (FOTO DIVULGAÇÃO)
LIDERADOS PELO vice-presidente Robson Nóbrega, pedetistas fazem o “v” da vitória. (FOTO DIVULGAÇÃO)
Os pedetistas afirmam que o partido tem como legado e principal bandeira de luta a educação em tempo integral, proposta que devera ser um dos temas de destaque na sucessão estadual, que, segundo eles, deverá ter um representante da legenda. “Estamos construindo um projeto audacioso, que tem como principal objetivo colocar os municípios na rota do desenvolvimento, devolver a dignidade da população e promover justiça social, com ações políticas voltadas para melhorar a qualidade de vida do nosso povo”, resumem.

domingo, 19 de maio de 2013

Pesquisa aponta Cuiabá, Rio, Manaus e Brasília com os piores aeroportos

Galeão só é melhor do que o Aeroporto de Cuiabá

Jornal do Brasil 

Cuiabá, Rio, Manaus e Brasília têm os piores aeroportos entre as cidades que receberão os jogos da Copa das Confederações, aponta uma pesquisa da Secretaria de Aviação Civil divulgada pelo Jornal Nacional. Durante os primeiros três meses do ano, 21 mil passageiros foram ouvidos sobre 41 itens ligados à qualidade dos aeroportos, desde instalações até serviços prestados. Nas primeiras posições estão Natal, Fortaleza, Recife e Curitiba.
Os entrevistados deram notas de 0 a 5 sobre os pontos questionados. Comuns à maioria dos aeroportos são a insatisfação com os preços da alimentação e de estacionamento e a boa avaliação da cortesia dos funcionários.

Galeão ainda em obras: Rio ficou em penúltimo na avaliação dos aeroportos
Galeão ainda em obras: Rio ficou em penúltimo na avaliação dos aeroportos
Última colocada, o aeroporto de Cuiabá ficou com a nota 3,46, superado pelo Galeão (3,51), pelo aeroporto de Manaus (3,51) e pelo de Brasília (3,58). Nas primeiras posições estão Natal (4,12), Fortaleza (4,14), Recife (4,14) e Curitiba (4,21).
Ministro reconhece falta para turistas no Galeão
Em abril, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, já havia admitido, sobre o Galeão, que as obras inacabadas farão falta para os turistas que vierem para a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude no Rio:
"Se não fizesse falta, não estaríamos correndo e fazendo essas obras agora e nem fazendo essa licitação. O governo entende que o usuário precisa de qualidade de serviço", disse o ministro, irritado, na ocasião. A licitação do aeroporto está prevista para setembro.>> Ministro reconhece que obras farão falta no Galeão
Com Portal Terra


Tags: aeroporto, cuiabá, de, do, e, Galeão, melhor, o, que, só

terça-feira, 14 de maio de 2013

Livro sobre cerco da mídia a Vargas será lançado no Rio nesta terça


A Editora Nitpress e a Editora da UFF lançam, no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (14/5) a partir de 17 hora – o livro “O caso Última Hora e o cerco da imprensa ao governo Vargas”, do professor Aloysio Castelo de Carvalho, da Universidade Federal Fluminense; autor também de “A Rede da Democracia”, que analisa a participação dos jornais na conspiração do golpe de 1964.
Numa programação voltada especialmente para os jornalistas e estudantes de comunicação, no 9º andar da Associação Brasileira de Imprensa, haverá exposição de fotos e reprodução de primeiras páginas de UH; debate com a participação do autor, do presidente da ABI, Maurício Azedo, e dos cientistas políticos Renato Lemos (IFCS/UFRJ) e Fernando Lattman-Weltman (CPDOC/FGV); bate-papo com o jornalista Miranda Jordão, que acompanhou todas as fases do vespertino fundado por Samuel Wainer, e confraternização de ex-jornalistas da Última Hora no bar Amarelinho, na Cinelândia.
 A programação começa às 17h e se estende até as 21h, sendo que o lançamento do livro acontece às 19h30m. A ABI fica na rua Araújo Porto Alegre 71, no Centro da Cidade.
Mais informações em www.nitpress.com.br 

Arquivo do blog

Quem sou eu

Minha foto
Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.