sexta-feira, 11 de abril de 2014

Lindbergh manda recado a Dilma: ‘Não cola demais no Cabral. Não é uma boa foto’

Por Luciana Lima e Marcel Frota - iG Brasília |
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    Com candidatura confirmada ao governo do Rio, o senador petista se disse preocupado com as aparições de Dilma ao lado de Cabral e Pezão. 'Atrapalha, tira voto', alfinetou

    Já confirmado como candidato do PT ao governo do Rio de Janeiro, o senador Lindbergh Farias diz acreditar que as frequentes aparições da presidente Dilma Rousseff em eventos promovidos pelo ex-governador Sérgio Cabral podem tirar votos da presidente no Rio. Em entrevista ao iG, o senador sugeriu um conselho para Dilma: “Não cola demais que é ruim”, disse Lindbergh referindo-se a Cabral. “Atrapalha, tira voto. Não é uma foto boa”, alfinetou.
    A provocação ocorreu no mesmo dia em que Lindbergh obteve o primeiro apoio público do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sua candidatura. Sem a presença de Dilma em seu palanque, o senador deverá ter que enfrentar pelo menos mais quatro candidaturas da base de sustentação do governo federal na disputa pelo Palácio da Guanabara, sede do governo local.
    Conselho para Dilma
    Lindbergh se disse preocupado de que Dilma absorva o desgaste de Cabral, que foi o maior alvo das manifestações populares no Rio de Janeiro, desde o ano passado. “Eu só me preocupo por ela, porque eu torço muito por ela e o desgaste, de fato, é muito grande”, disseLindbergh. “Mas ela vai ter outros palanques no Rio, vai ter o nosso palanque. Isso pode ajudar”.

    Relação com PMDB
    A avaliação de Lindbergh a respeito da aliança com o PT no Rio de Janeiro é negativa. “Quem faz a avaliação de que a parceria do PT com o PMDB foi boa para o Rio é porque não mora no Rio”, disse. Embora considere que no plano nacional a aliança com o PMDB foi necessária,Lindbergh também fez críticas ao que chamou de “política velha”.

    Palanque
    Lindbergh, que tem mantido segredo das conversas que vem fazendo com outras legendas, com o objetivo de sustentar sua candidatura, tem enfrentado dificuldades na costura. Alguns partidos se ressentem principalmente da ausência de Lula nas negociações. Mesmo assim, o senador disse que não pedirá ajuda a Lula e Dilma para não criar constrangimento para os dois com os demais aliados. “A gente não vai pedir isso do Lula e nem da Dilma”, informou

    Segurança Pública
    O senador fez críticas à implantação nas comunidades pobres das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) principal bandeira eleitoral de Cabral e de Pezão. “Segurança pública não é só UPP”, disse Lindbergh. Para ele, a condução da política pelo governo de Sérgio Cabral provocou uma migração da violência para áreas periféricas e para o interior do Rio de Janeiro.

    Desmilitarização das polícias
    Lindbergh é autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC-51/2013) que prevê a desmilitarização da polícia. A ideia é que polícias Militar e Civil se integrem em um mesmo grupo policial e que tenham formação civil. “Acontece assim em todo país do mundo”, defende o senador.

    Investimentos
    Para Lindbergh, foi um erro o uso de recursos públicos para reforma do Maracanã devido a Copa do Mundo. “Foi um equivoco a forma com que foi conduzido esse processo. Todos nós perdemos uma oportunidade. Um evento como esse (Copa do Mundo) tinha que servir para melhorar a vida das pessoas.” Ele também criticou a concentração de investimentos do governo do Rio de Janeiro em apenas uma região: a Barra da Tijuca.


    quarta-feira, 9 de abril de 2014

    Governador Pezão afirma que paz não chegará rapidamente à Maré

    Segundo ele, área ficou durante muito tempo sob domínio do crime.
    Pezão foi recebido em audiência pela presidente Dilma Rousseff.

    Juliana Braga Do G1, em Brasília
    O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, concede entrevista após audiência com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto (Foto: Juliana Braga / G1)
     
    Pezão concede entrevista após audiência com a
    presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto
    (Foto: Juliana Braga / G1)
    Dez dias após tropas do Exército e da Marinha substituírem parte do efetivo da Polícia Militar no Conjunto de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro, o governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, afirmou nesta terça (8) que não será em dois dias ou em um ano que o poder público levará a paz à comunidade local.
    Após audiência com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília, o chefe do Executivo do Rio disse que é preciso dar tempo para a implementação de ações governamentais, já que a região da Maré foi dominada por mais de três décadas pela milícia e pelo comando do tráfico de drogas.
    "Ali [no Complexo de Favelas da Maré] são dois comandos do tráfico e um da milícia. Então, não vai ser em dois dias, não vai ser em um ano, que a gente vai trazer a paz rapidamente", enfatizou o governador em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.
    "Ali é um local difícil, como foi o [Complexo do] Alemão, como foi em Manguinhos, como foi na Rocinha. Mas mostra que [o governo] é capaz de entrar em qualquer território", complementou.
    A operação militar que tomou o conjunto de favelas da Maré no dia 29 de março – batizada de "São Francisco" – foi coordenada pelo Comando Militar do Leste (CML). O efetivo conta com 2.050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 450 da Marinha, 200 da Polícia Militar e uma equipe avançada da 21ª DP (Bonsucesso). A Aeronáutica ainda poderá auxiliar as operações, caso seja necessário.
    Na coletiva desta terça, depois do encontro com Dilma, Pezão destacou a ajuda do Ministério da Defesa, que enviou 2,5 mil homens para ajudar na ocupação. De acordo com o Ministério da Defesa, a Força de Pacificação atuará até o dia 31 de julho em uma área de aproximadamente dez quilômetros quadrados.
    Na avaliação do governador fluminense, é preciso o governo "ver mais" para responder se a situação está sob controle. "Vamos ver os novos relatórios, mas está avançando muito", ressaltou.
    Conforme o sucessor de Ségio Cabral, a presidente Dilma pode ir ao Rio na próxima terça (15) para participar da inauguração de uma fábrica da Nissan, no município de Resende. A assessoria do Planalto ainda não confirma a agenda. Na audiência desta terça, relatou Pezão, ele e Dilma conversaram sobre empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida e sobre a linha 3 do metrô.
    "Ela [Dilma] fez essa deferência de me receber aqui na primeira audiência que eu tenho aqui em Brasília", disse.
    Disputa eleitoral
    Ao final do encontro com a chefe do Executivo federal, Luiz Fernando Pezão disse considerar "natural" a declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o senador Lindbergh Farias pode ganhar as eleições para o governo do Rio de Janeiro em outubro.

    Nesta terça, Lula concedeu entrevista a blogueiros na qual afirmou que a candidatura de Lindbergh "é para valer, está colocada e é irreversível". 
    O governador do Rio relativizou e disse que até as convenções partidárias, em junho, "tem muita conversa, muito trabalho". "Hoje todos nós somos pré-candidatos", enfatizou.
    Pezão disse ainda que, "dificilmente", outro candidato conseguirá formar uma coligação equivalente a do PMDB. O governador disse não estar decepcionado com as declarações de Lula.
    "Tenho um carinho imenso pelo presidente Lula, um bom relacionamento com o presidente Lula e com a presidente Dilma e, acima das questões partidárias, do relacionamento partidário, somos amigos."
    Sobre Lindbergh, Pezão disse que o petista tem feito um "grande trabalho" no Senado defendendo o Rio de Janeiro. Conforme o governador, o senador petista será recebido de "braços abertos" se quiser participar das inaugurações que ele fará ao lado da presidente Dilma Rousseff nos próximos meses.

    sexta-feira, 4 de abril de 2014

    Pezão toma posse e já inicia governo com estilo diverso do antecessor

    4/4/2014 16:28
    Por Redação - do Rio de Janeiro


    Pezão
    Pezão chegou ao Rio, nesta terça-feira, e seguiu às pressas para o apartamento no Leblon
    O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, assinou na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta sexta-feira, o termo de posse que marca o início de seu mandato. O peemedebista, que era vice-governador, estará à frente da administração estadual durante cerca de nove meses, até 31 de dezembro. Pezão assume depois da renúncia de Sérgio Cabral, que deixou o cargo na véspera para concorrer a uma vaga no Senado nas próximas eleições.
    Pezão discursou por cerca de 25 minutos, exaltando as ações do governo Cabral, que ocupou o Palácio Guanabara desde 2007. O governador recém-empossado também lembrou sua trajetória política na cidade de Piraí, onde nasceu, e de onde vieram aliados para a cerimônia, com faixas de apoio.
    Sobre sua administração, Pezão declarou que “vai dar continuidade ao trabalho do governo Cabral” e investir em novas parcerias. Entre ações futuras, anunciou a intenção de obter empréstimo para a Companhia Estadual de Águas e Esgostos na Caixa Econômica Federal com o objetivo de construir a Estação de Tratamento de Água Guandu 2, para o abastecimento da Baixada Fluminense. Outro plano é a assinatura de uma parceria com o governo federal para construir o Hospital de Oncologia de Nova Friburgo.
    Ao sair da Assembleia Legislativa em direção ao Palácio Guanabara, Pezão afirmou que sua primeira ação será visitar hoje a Santa Casa de Misericórdia, no centro da cidade, que foi interditada pela Vigilância Sanitária no ano passado. “Conto com o apoio da Prefeitura e do Governo federal para reabrir a Santa Casa. Sei que não é fácil, porque ela estava na mira da vigilância sanitária e perdeu a filantropia, mas quero somar forças para reabilitá-la até o fim do mês. Não é admissível que, em um estado como o Rio de Janeiro, haja 600 leitos ociosos no centro da cidade”, afirmou.
    Pezão também se posicionou sobre o recente impasse envolve as águas do Rio Paraíba do Sul. O governo do estado de São Paulo demonstrou interesse em captar águas do rio, devido à queda do nível dos reservatórios do Sistema Cantareira.
    – Não vejo qualquer destinação àquelas águas a não ser o bom uso que já é feito pelos estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro – disse Pezão, que afirmou que não medirá esforços para evitar que esse uso seja prejudicado.

    Antítese
    Amigo e parceiro de Cabral, a quem chamou hoje de “a pessoa mais generosa que conheci na vida”, o governador Pezão, na verdade, já se comporta como uma antítese de Cabral. Para demonstrar humildade, Pezão alugou um apartamento no bairro de Laranjeiras, onde fica o Palácio Guabara. Poderá, assim, ir trabalhar a pé. Ele quer passar longe da imagem do ex-governador, que passou maus bocados com a opinião pública após a revelação do uso de helicópteros oficiais para seus finas de semana, com a família, babás e cachorrinho, na paradisíaca cidade litorânea de Mangaratiba, onde tem uma casa de luxo.
    Pezão quer sublinhar a imagem de tocador de obras e, a partir dela, avançar em sua própria eleição de governador, em outubro. Terá, para tanto, o apoio do governo federal. A presidente Dilma Rousseff é fã do estilo informal de Pezão, que mal usa terno e gravata em seu dia-a-dia. Ela driblou os apelos do PT para que apoiasse o senador Lindbergh Farias para a disputa no governo. O candidato de Dilma, no Rio, é mesmo Pezão.
    Com esse apoio, a presidente espera resolver boa parte de seus problemas de relacionamento com o PMDB no plano nacional. Lembre-se: o líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha, que tem dado dores de cabeça à presidente no Congresso, é o Rio. A tendência é a de que ele se acalme.

    quinta-feira, 3 de abril de 2014

    Ocupação militar na Maré, no Rio, terá 2.700 homens até 31 de julho

    Segundo general, Forças Armadas estão autorizadas a fazer prisões.
    Exército e Marinha vão substituir ocupação da PM neste sábado.

    Cristiane Cardoso Do G1 Rio


     
    General Lundgren falou sobre a atuação das Forças Armadas na Maré (Foto: Cristiane Cardoso / G1)General Lundgren falando sobre a atuação das
    Forças Armadas na Maré
    (Foto: Cristiane Cardoso/G1)
    Cerca de 2.700 homens das Forças Armadas vão substituir a Polícia Militar na ocupação do Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio, a partir deste sábado (5). A operação batizada de "São Francisco", coordenada pelo Comando Militar do Leste (CML), terá 2.050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 450 da Marinha, 200 da Polícia Militar e uma equipe avançada da 21ª DP (Bonsucesso). A Aeronáutica poderá auxiliar em operações, se necessário.
    As informações da Força de Pacificação na Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foram divulgadas na tarde desta quinta-feira (3), em coletiva no Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio, pelo general Ronaldo Lundgren, chefe do Centro de Operações.
    De acordo com o Ministério da Defesa, a Força de Pacificação atuará até o dia 31 de julho em 15 comunidades que formam a Maré, uma área de aproximadamente 10 quilômetros quadrados. A ação será comandada pelo general de brigada Roberto Escoto, comandante da Infantaria Paraquedista, uma unidade de emprego estratégico do Exército.

    Blindados do Exército e da Marinha
    A operação, segundo o general Lundgren, prevê o emprego de blindados do Exército e da Marinha, além de carros para transporte e logística, motocicletas e aeronaves do Comando de Aviação do Exército.
    "A Força Aérea Brasileira estará em condições de disponibilizar os recursos operacionais eventualmente necessários ao desenvolvimento das ações", disse.
    O general acrescentou que é possível haver uma prorrogação.
    "Depende do interesse do governador do estado. Dependendo da decisão da presidente, estamos prontos pra prosseguir. Nossas tropas vão ocupar bases num terreno que ainda não foi definido. E estamos autorizados a realizar patrulhamento ostensivo, revista e prisão de flagrante delito", explicou Lundgren.
    De acordo com o general, o horário da operação não será revelado. No entanto, segundo o decreto, pode acontecer a partir do primeiro minuto de sábado.
    "A operação vai ser uma substituição das tropas que estão sob o comando da Polícia Militar", explicou.
    Sobre possíveis excessos das tropas militares durante a operação, o general disse que será divulgado um telefone para denúncias.
    "Nossas tropas vão agir de acordo com as normas que são bem claras, daquilo que pode e não pode ser feito. Além disso, não teremos soldados atuando destacado. Não digo que não possam ocorrer falhas, mas estamos preparados para tomar as providências que são cabíveis."
    Nome de santo
    Segundo Lundgren, a operação foi batizada de São Francisco pelo esforço para "levar a paz para a região".
    "Achamos que podemos melhorar a qualidade de vida para aquela população da região", explicou o general.

    Mapa do Conjunto de Favelas da Maré (Foto: Editoria de Arte/G1)
     

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    segunda-feira, 24 de março de 2014

    Reunião prepara ocupação militar de favelas do Rio de Janeiro

    Uma reunião no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) definirá as ações que serão desenvolvidas pela segurança pública do Rio de Janeiro e pelo Exército brasileiro, com a ocupação por tempo indeterminado de várias favelas da cidade.
     
     
     
     
     

    Arq/ABr
    Rio de Janeiro - Uma reunião, nesta segunda-feira (24),  no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) definirá as ações que serão desenvolvidas pela segurança pública do Rio e pelo Exército brasileiro, com a ocupação por tempo indeterminado de várias comunidades do Rio, dominadas por grupos que têm orquestrado os ataques às bases de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
    No encontro, será definido o esquema de ocupação das comunidades. Vão participar da reunião o governador Sérgio Cabral; o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; o chefe do Estado-Maior conjunto das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi; o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, além do comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel Luís Castro de Menezes, e o chefe de Polícia Civil, delegado Fernando Veloso.
    No sábado (22), o porta-voz da PM, tenente-coronel Cláudio Costa, em vídeo, relatou as operações policiais que estão sendo feitas desde a noite da última sexta-feira (21) na capital fluminense.
    Ele disse que as comunidades do Parque União e Nova Holanda, no conjunto de favelas da Maré, Complexo de Manguinhos, e os morros do Juramento e Juramentinho, em Vicente de Carvalho, Para Pedro, no bairro de Colégio, e Chapadão, em Costa Barros, ficarão ocupadas por tempo indeterminado.
    Segundo o tenente-coronel Cláudio Costa, essas comunidades estão dominadas por uma determinada facção criminosa que vem atacando as Unidades de Polícia Pacificadora e que o governo não irá recuar na política de pacificação. Ele convocou a população a "ajudar no combate aos criminosos por meio de denúncias sobre localização de bandidos, armas e drogas". Agência Brasil

    quarta-feira, 12 de março de 2014

    A ordem é apoiar Miro Teixeira (Ilimar Franco - Panorama Político - 12-03-2014)

    O candidato do PSB à presidência, Eduardo Campos, decidiu intervir, informalmente, no partido no Rio para impor o apoio a Miro Teixeira para o governo estadual. Para os socialistas, argumenta que este alinhamento vai facilitar a adesão do PROS à sua candidatura e agregar tempo de televisão. Os egressos da Rede são contra esta orientação. Consideram um erro apoiar um partido da base do governo Dilma e avaliam que este não vai virar as costas para aqueles que lhe deram substância, o governador Cid Gomes e o ex-ministro Ciro Gomes. Campos acredita que o líder na Câmara, Givaldo Carimbão (AL), tem o PROS na palma da mão.

    NOTÍCIA ANTERIOR:

    sábado, 8 de março de 2014

    Ensino integral será expandido nas unidades estaduais



    7/3/2014 12:38
    Por Redação, com ACS - do Rio de Janeiro
    Meta é levar o modelo de educação inovador a todas as unidades da rede até 2023
    Meta é levar o modelo de educação inovador a todas as unidades da rede até 2023
    Investindo cada vez mais em um modelo de ensino inovador por meio de escolas bilíngues, profissionalizantes e experimentais, a Secretaria de Educação tem a meta de ter todas as unidades da rede funcionando em tempo integral até 2023. Iniciado há seis anos, o projeto Dupla Escola conta com 24 colégios e 10 mil alunos sendo formados para a vida e o mercado de trabalho.
    - As unidades integrantes do programa Dupla Escola têm oferecido à secretaria a certeza de que o caminho para 2023 está sendo desenvolvido. É uma proposta ousada, mas que está sendo desenvolvida com muita segurança. Ela garante educação de qualidade, formação integral do jovem e o desenvolvimento de habilidades e competências indispensáveis ao mundo do trabalho –  afirmou Maria Aparecida Jacomelli, coordenadora do programa Dupla Escola.
    No caminho para alcançar o objetivo, quatro novas escolas de Ensino Médio Integrado foram inauguradas este ano: uma com habilitação em telecomunicações, o Colégio Estadual Hebe Camargo; e as outras três interculturais. No Méier, o Colégio Estadual João Cabral de Melo Neto oferece o ensino de espanhol, com suporte do Ministério de Educação, Cultura e Esporte da Espanha. Em Nova Iguaçu, o Ciep Carlos Drummond de Andrade tornou-se especialista na Língua Inglesa. E em Niterói, os alunos do Ciep Leonel de Moura Brizola terão o francês como segunda língua.
    Experiência no interior
    Além das novas unidades, a secretaria vai ampliar o modelo pedagógico aplicado no Colégio Estadual Chico Anysio. Inaugurada em 2013 em parceria com o Instituto Ayrton Senna, a escola tem currículo estruturado em quatro dimensões: trabalho, convívio, aprendizagem ao longo da vida e formação para a autonomia.
    O modelo será implementado no Colégio Estadual Edmundo Peralta Bernardes, em Paty do Alferes; no Ciep Dom Martinho Schlude, em Pinheiral; no Ciep Hilda da Silveira Rodrigues, em Nova Iguaçu; no Colégio Estadual Santos Dias, em São Gonçalo; e no Ciep Raul Ryff, em Paciência.
    - Eles terão a proposta pedagógica conhecida como Solução Educacional para o Ensino Médio, que reformula as práticas e conteúdos para desenvolver competências não cognitivas – explicou Aparecida.

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    Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.